Primeiro dos
três desembargadores a votar no julgamento da apelação criminal do
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex
do Guarujá, o desembargador João Pedro Gebran Neto manteve
a sentença do juiz Sergio Moro e aumentou para 12 anos e um mês de prisão a
pena do petista. Gebran ainda estabeleceu o início do cumprimento da pena no
regime fechado e estipulou 180 dias-multa. Antes que a pena seja confirmada
pelo TRF-4, outros dois desembargadores ainda precisam apresentar
seus votos. Na sentença de setembro, Moro tinha condenado Lula a nove anos e
seis meses de prisão.
Ao justificar o
aumento da pena, o desembargador afirmou que a culpabilidade do ex-presidente,
pelo cargo que ocupava, é extremamente elevada, já que na condição de principal
mandatário do país foi tolerante e beneficiário da corrupção na Petrobras, que
fragilizou não só a estatal, mas colocou em xeque a estabidade democrática do
país. Ele afastou o pedido da defesa de prescrição do crime de corrupção.
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